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sábado, 24 de junho de 2017

João vai analisar receitas de pão de queijo

Pão de queijo do carcará


A história do João Alberto – o presidente do Conselho de Ética do Senado -... Sabem?!... O que mandou arquivar o processo do Aécio... Pois é!... Ele – o João de Bacabal – já é assunto nos corredores e colunas das políticas do País...

Pois assim é que o jornalista Cláudio Humberto escreveu em sua coluna de hoje, conforme abaixo transcrevo:   

...sem ver motivos para processar Aécio por quebra de decoro, o Conselho de Ética vai analisar agora receitas de pão de queijo?

João Alberto sempre foi pior que o Sarney


Eu fico um tempão parado; e quando volto encontro outra merda do João. E ao longo dos meus tempos de política, eu sempre disse que o João Alberto é pior do que o Sarney, para o Maranhão e para o Brasil... Tá todo mundo puto com o João; e quem não estaria? A decisão dele é uma traição contra a Nação Brasileira... Aliás, como senador, o João Alberto nunca foi útil nem ao Brasil e nem ao Maranhão... E o presidente da OAB não deixou por menos:

Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, disse que a decisão do senador João Alberto (PMDB-MA) de arquivar o pedido de cassação do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) representa um "deboche da sociedade"; "A lamentável decisão do senador João Alberto, presidente do Conselho, frustra as expectativas de que o Congresso se paute pelos valores da transparência e da legalidade. O arquivamento também lança dúvidas e especulações sobre eventuais acordos que possam estar sendo feitos nas sombras", disse Lamachia.

Quem é Scheilla?

Encarnações Anteriores


Têm-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha. Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon e 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641.

Ficou conhecida Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos com o Barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se a obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos.

Fundou, em 1604, juntamente com o Bispo de Genebra, S.Francisco de Salles, em Annecy, a congragação da visitação de Maria, que dirigiu como superiora, em Paris. Em 1619, Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem de Visitação e voltou a Annecy, onde ficava sua casa mãe da Ordem.

A 13 e dezembro de 1641 ela veio a falecer.

A outra encarnação conhecida de Scheilla verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples e sua meiguice espontânea muito ajudaram em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que davam um ar de graça muito suave. Seus olhos azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava, somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura… Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade.

Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo aprimorando carinho e dedicação, Scheilla, a enfermeira do alto!

Trabalho Espiritual no Brasil

Tudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.

Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova. Scheilla desenvolve um trabalho muito forte e muito amplo com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes que formam o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes.

Conta-nos R.A. Ranieri que, numa das primeiras reuniões de materialização, iniciadas em 1948 pelo médium “Peixotinho”, surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em Belo Horizonte, marcou-se uma pequena reunião que seria realizada com a finalidade de submeter a tratamento dona Ló de Barros Soaresm esposa de Jair Soares. No silêncio e na escuridão surgiu a figura luminosa de mulher, vestida de tecidos de luz e ostentando duas belas tranças, era Scheilla. Nas mãos trazia um aparelho semelhante a uma pedra verde claro, ao qual se referiu dizendo tratar-se de um emissor de radioatividade, ainda desconhecido na terra. Fez aplicação em dona Ló. Depois de alguns minutos, levantou-se da cadeira e proferiu uma belíssima pregação evangélica com sotaque alemão e voz de mulher. Em vários grupos espíritas brasileiros, além de sua atuação na assistência à saúde, sempre se caracterizou em trazer às reuniões, certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizavam.

Na obra “Chico Xavier – 40 Anos no Mundo da Mediunidade” -, de Roque Jacinto, encontramos o seguinte depoimento: Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ruído, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita violência. (-Jô – disse um médium – Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele água marítima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca. Scheilla o transportara para nós. estávamos a centenas de uma nesga de mar, em manhã de sol abrasador que crestava a vegetação e, em nossas mãos, que o espírito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de Chico.

Na assistência reduzida, estava um cientista suiço, materialista, que ali viera por insistência dos familiares. Scheilla, em sotaque alemão, anunciou:- Para nosso irmão que está ali – indicava o Suíço -, vou dar o perfume que sua mãezinha usava, quando na terra. Despertou-lhe um soluço comovido, pela lembrança que se lhe aflorou à memória, recordando a figura da mãeinha ausente. Tempos depois, um outro raro instante se deu com a presença de Scheilla. “Bissoli, Gonçalves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de André, tendo Chico se retirado para o dormitório do casal. onde permaneceria em transe mediúnico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alemão. Bissoli estabeleceu o diálogo: - eu me sinto mal – diz Bissoli – você – informou Scheilla – come muita manteiga Bissoli. Vou tirar uma radiografia do seu estômago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O espírito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi abertos sobre a região do estômago de nosso amigo. E tal se incrustassem uma tela de vidro no abdômen, podíamos ver as vísceras em funcionamento. – Pronto! – diz Scheilla, apagando o fenômeno – Agora levarei a radiografia ao plano espiritual para que a estudem e lhe deem um remédio”.

Ao término destes singelos apontamentos biográficos, com muito respeito por esse Espírito Missionário, de tanta dedicação e amor em nome de Jesus, só nos resta agradecer a assistência e amor doados por ela.

“Abençoa sempre… Abençoa a Terra, por onde passes, e a terra abençoará a tua passagem para sempre.”

Scheilla

São João Batista


São João Batista nasceu em Aim Karim, cidade de Israel que fica a 6 quilômetros do centro de Jerusalém. Seu pai era um sacerdote do templo de Jerusalém chamado Zacarias. Sua mãe foi Santa Isabel, que era prima de Maria Mãe de Jesus. São João Batista foi consagrado a Deus desde o ventre materno. Em sua missão de adulto, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo. João batizava o povo. Daí o nome João Batista, ou seja, João, aquele que batiza.

domingo, 18 de junho de 2017

Coluna do Jersan















O LADO PODRE DA POLÍTICA

É vergonhosa e revoltante a situação em que vivemos no Brasil, um país maravilhoso, naturalmente rico, porém, abrigando uma população pobre e carente de segurança, boa educação, saúde, empregos... Governantes e ex-governantes envolvidos em falcatruas, bandidagem, revelando o lado podre da política, em cujo patamar está a maioria do Congresso Nacional compondo com o governo a mais lastimável realidade da qual não se pode fugir. Enfrentá-la é a única opção que sobra aos poucos homens de bem que insistem permanecer na luta em prol da ética e dos bons costumes.

Hoje se discute a prisão do senador afastado Aécio Neves. Ótimo. Mas antes deveriam efetivar a prisão de Lula, de Dilma, Michel Temer, Joesley Batista e demais envolvidos em bandidagem, que enriqueceram com dinheiro público, ilicitamente, em detrimento do país e dos seus milhões de habitantes que vivem na miséria, comendo “o pão que o diabo amassou.”  

sábado, 17 de junho de 2017

Editorial: o grito dos pobres


Cidade do Vaticano (RV) - “Somos chamados a estender a mão aos pobres” diante do ampliar-se da pobreza no mundo de hoje. “Não podemos ficar inertes e muito menos resignados”. Temas que o Papa Francisco toca na sua mensagem para o 1º Dia Mundial dos Pobres que se realizará no dia 19 de novembro. Naquela ocasião, após a Santa Missa na Basílica de São Pedro, Francisco irá almoçar com 500 pobres.

A questão da pobreza deve se tornar central, também e, sobretudo, para os cristãos. E Francisco, de fato, na sua mensagem, escreve que “se queremos encontrar realmente Cristo, é necessário que toquemos o seu corpo no corpo cheio de chagas dos pobres, como resposta à comunhão sacramental recebida na Eucaristia”. Em síntese, a ajuda não pode ser ocasional, quase como um desencargo da consciência.

Francisco chama a atenção para o fato que se “desejamos oferecer a nossa contribuição eficaz para a mudança da história, gerando um verdadeiro desenvolvimento, é necessário que escutemos o grito dos pobres e nos comprometamos a tirá-los da sua condição de marginalização”. Ao mesmo tempo, “aos pobres que vivem nas nossas cidades e nas nossas comunidades” Francisco recorda de não perderem o sentido da pobreza evangélica que eles trazem imprimido em sua vida.

Os pobres não são um problema, são um recurso a quem buscar para acolher e viver a essência do Evangelho.

Há uma riqueza desavergonhada que se acumula nas mãos de poucos privilegiados. E então o Papa escreve que a pobreza “nos interpela todos os dias com as suas mil faces marcadas pela dor, pela marginalização, pelo abuso, pela violência, pelas torturas e pela prisão, pela guerra, pela privação da liberdade e da dignidade, pela ignorância e pelo analfabetismo, pela emergência de saúde e pela falta de trabalho, pelo tráfico de pessoas e pela escravidão, pelo exílio e pela miséria, pela migração forçada. A pobreza tem rosto de mulheres, de homens e de crianças explorados por vis interesses, pisoteados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro”.

Diante de um cenário como esse não podemos permanecer inertes e muito menos nos resignarmos escreveu Francisco na sua mensagem sublinhando ainda que são “benditas as mãos que superam todas as barreiras de cultura, de religião e de nacionalidade derramando óleo de consolação sobre chagas da humanidade”.

Na apresentação da mensagem Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização afirmou que não serve pensar “nos pobres somente como destinatários de uma boa prática de voluntariado a ser feita uma vez por semana, ou tanto menos de gestos extemporâneos de boa vontade para colocar em paz a consciência”. Essas experiências, mesmo sendo válidas e úteis a sensibilizar às necessidades de tantos irmãos e às injustiças que frequentemente são a causa, deveriam levar a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida.

Portanto, Francisco passa das palavras e concretiza ações: anuncia o Dia Mundial dos Pobres e convida “toda a Igreja, os homens e mulheres de boa vontade”, a manterem fixo o olhar sobre aqueles que estendem a suas mãos pedindo a nossa ajuda e nossa solidariedade.

Assim o dia 19 de novembro será uma oportunidade, uma ocasião para toda a comunidade cristã estender a sua mão aos pobres aos fracos, aos homens e mulheres a quem muitas vezes são pisoteadas a sua dignidade.

Na mensagem Francisco destaca que o fundamento de tantas iniciativas concretas que poderão ser realizadas neste dia deve ser sempre a oração. Não devemos esquecer que o Pai Nosso é a oração dos pobres. O pedido de pão, de fato, exprime a entrega a Deus de nossas necessidades primárias.

Será um dia para reagirmos à cultura do descarte e do desperdício, fazendo nossa a cultura do encontro. (Silvonei José)

OAB pede ‘urgência’ à Câmara para análise do pedido de impeachment de Temer

Do Estadão

'Brasil não pode continuar pagando a conta das atitudes pouco republicanas tomadas pelos ocupantes do poder', afirma Claudio Lamachia


O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, pede que a Câmara dos Deputados paute ‘com urgência’ o pedido de impeachment do presidente do Michel Temer (PMDB). A OAB protocolou um pedido de afastamento do peemedebista na Câmara em 25 de maio. A entidade máxima da Advocacia atribui a Temer crime de responsabilidade, em violação ao artigo 85 da Constituição no episódio JBS.

“A Câmara dos Deputados não pode continuar agindo com cinismo, como se nada estivesse acontecendo no país. O presidente da Câmara deve satisfação à população e, por isso, precisa pautar com urgência a análise dos pedidos de impeachment”, afirmou.

“Sem o resgate moral das instituições – e esse processo começa pela Presidência da República -, o país não emergirá da crise.”

Fecha a porta meu Brasil


Hélcio Silva


Upaon-Açu, 17 de junho de 2017


Ele é o "chefe" da "maior e mais perigosa organização criminosa desse país"

O que dizer?... Que País é este?...

E quem é ele - o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa desse país?

É o presidente da República...

Assusto-me, sim... Minha reação é não acreditar...

Uma Nação com tantas desigualdades sociais, tantas injustiças... Ah! Meu Deus!!! O que será do futuro desta Pátria?

Abro a janela desse casarão, onde estou neste amanhecer de hoje. Leio os jornais que estão aqui no apertadinho da manhã e vou lendo com pausas para respiração... E começo pelo texto do Jornal do Brasil:

“Joesley Batista, um dos donos da JBS, disse em entrevista à revista Época que Michel Temer é o "chefe" da "maior e mais perigosa organização criminosa desse país", estabelecida na Câmara dos Deputados. O empresário afirma que, junto com outros políticos do PMDB, como Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima, Temer montou um esquema para receber propina em troca de apoio no Congresso e em órgãos do governo.

O que é orcrim?  

Não fumo e não bebo; por isso, não me sufoca a fumaça do cigarro e nem o vinho do mal me envenena... Porém, me sufocam a decepção do momento e o veneno dos maus; que estão a comandar a Nação...

Respiro profundo..., e continuo a leitura do JB:  

"O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara", diz Joesley. "Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites."

Deixo o jornal de lado...
                  
Joguei o texto que lia para bem longe de mim... / O que dizer?!!! / Nem para mim sei dizer /... Nesta manhã, penso! / Nada a dizer para este silêncio revoltado que me acompanha!...

Minha tela mental aparece como um filme de terror!... E vem um pelotão/... Lula, Dilma, Eduardo Alves, Eduardo Cunha, Aécio, Temer, Zé Dirceu, Palocci, Loures, Renan e tantos outros...

E eu desperto aos gritos de: "Fecha a porta meu Brasil..."

JOESLEY: TEMER É O CHEFE DA MAIOR E MAIS PERIGOSA QUADRILHA DO BRASIL

Do Portal 247


O Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso, chamado Michel Temer; quem afirma, em entrevista concedida à revista Época, é o empresário Joesley Batista, do grupo J&F; "O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida", afirma


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Unicef: 55% das crianças pequenas privadas de atividades com seus pais

Número corresponde a aproximadamente 40 milhões de crianças; análise da agência da ONU foi lançada antes deste domingo quando o Dia dos Pais é comemorado em 80 países; em Moçambique, percentual chega a 80%.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.


O Dia dos Pais é celebrado neste domingo em 80 países no mundo. Às vésperas da data, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, divulgou uma nova análise: cerca de 55% das crianças entre 3 e 4 anos, mais da metade em 74 países, têm pais que não brincam nem se envolvem em atividades de aprendizado precoce com elas.

INFÂNCIA VIOLENTADA E VITIMIZAÇÃO DOS ALGOZES


Miguel Lucena 

As delegacias da Polícia Civil do Distrito Federal chegam a registrar 60 estupros por mês, número que pode ser bem maior em decorrência da subnotificação – os fatos não são levados ao conhecimento das autoridades por vergonha ou conveniência das vítimas, quando capazes, ou das famílias, em se tratando de menores.

Quase todas as vítimas (92,5%) são do sexo feminino e mais da metade são crianças e adolescentes. O que mais assusta é que em 69,8% dos casos os algozes são pessoas da família.

Em matéria publicada pela imprensa, a socióloga Nina Madsen, do colegiado de gestão do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFemea) de Brasília, diz que a quantidade poderia ser multiplicada por 10, para se aproximar de um medidor mais fiel.

Na ONU, secretário brasileiro destaca lei nacional de inclusão

Secretário nacional de promoção dos direitos da pessoa com deficiência do Brasil, Marco Pellegrini, falou à ONU News durante conferência sobre o tema; representante defendeu participação social.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.


Inclusão e plena participação é tema da 10ª sessão da Conferência dos Estados-parte da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

O secretário nacional de promoção dos direitos da pessoa com deficiência do Brasil, Marco Pellegrini, participa do encontro na sede das Nações Unidas e falou com a ONU News sobre a questão no país.

Quando a escola 'mata' o aluno

Érica é jornalista com Mestrado em Economia Política.
Li seu artigo publicado ontem na Folha de São Paulo; e, hoje, estou a publicá-lo aqui no meu blog.
É um bom tema para debate:

Quando a escola 'mata' o aluno 

érica fraga



"Se a escola destrói a autoconfiança do aluno, ela matou o aluno pobre."

Quando ouvi a frase acima durante entrevista recente com o pesquisador Ricardo Paes de Barros, foi como um soco na boca do estômago.

As palavras dele me remeteram a histórias que tenho escutado de pais convocados para reuniões escolares nas quais ouvem dos responsáveis pedagógicos que seus filhos são incapazes de acompanhar o ritmo, de se comportar ou de se concentrar.

Vou me restringir a narrar uma delas com algum detalhe aqui.

Há pouco tempo uma amiga psicóloga me contou que sua empregada doméstica chegou a sua casa aos prantos depois de participar de uma reunião na escola pública municipal do filho, localizada em um bairro de classe alta de São Paulo.

A convocação ocorreu porque o menino, de cinco anos, vinha apresentando comportamento desobediente e, por vezes, explosivo (como chutar brinquedos quando era contrariado por amigos).

Essa mãe foi recebida pela coordenadora pedagógica, que comandou a conversa, e por uma assistente de direção.

Começou ouvindo, segundo seu relato, que seu filho era o principal desestabilizador de sua turma, que tinha tendência à agressividade e era insubordinado. Assustada, a mãe começou a chorar.

Ela tentou contar algo positivo que pensava em fazer para ajudar o filho: colocá-lo no judô para aumentar sua disciplina e concentração.

A coordenadora teria retrucado que isso só iria piorar as coisas pois ele se tornaria ainda mais violento. E a mãe continuou chorando.

Em um momento, a coordenadora pediu que chamassem o aluno à sala. Quando a criança entrou, ouviu dela que era o responsável pelo estado emotivo de sua mãe e que, se ela perdesse o emprego por estar ali na hora do trabalho, a culpa seria dele.

O menino, claro, caiu no choro também.

A mãe ficou arrasada e envergonhada. Seu primeiro pensamento foi o de persistir na estratégia que já vinha tentando: brigar com o menino em casa e puni-lo com castigo.

Mas contou toda a história para sua empregadora, que, chocada, resolveu agir em duas frentes.

Confirmou para sua funcionária o que ela já suspeitava, que a profissional que a recebeu havia se excedido, e a orientou a mudar de estratégia com o menino, a falar que juntos iriam superar aquilo, que ela iria ajuda-lo, que ele conseguiria melhorar seu comportamento.

Minha amiga ligou também para a escola, se desculpou pela intervenção, mas argumentou que, diante da gravidade do fato, gostaria de conversar pessoalmente com a diretora.

Foi bem recebida pela profissional que contou ter assumido há pouco tempo, vinda de outro estabelecimento, e afirmou não estar presente no dia da reunião com a mãe.

A assistente de direção, que havia presenciado a conversa entre coordenadora e mãe, confirmou a maior parte das informações relatada por ela.

Alegou que não fez nenhuma intervenção porque, como a diretora, era recém-chegada ao estabelecimento, mas afirmou que elas estavam tentando mudar a atitude de profissionais como aquela coordenadora.

Minha amiga perguntou se elas conheciam a história do menino e da mãe, que foram abandonados pelo pai dele ainda na gravidez. As profissionais admitiram que não e que isso era uma falha.

Ela saiu da escola com a impressão de que as duas tinham sido sinceras e com uma ponta de esperança de que realmente estavam empenhadas em mudar as coisas.

Essa história é chocante. Chamar uma criança de cinco anos para assistir ao sofrimento da mãe e ainda dizer que ela é a causadora de tudo aquilo é mais do que despreparo e abuso. Entra na classificação de crueldade.

Será que acontecimentos assim são uma exceção? Quero muito acreditar que sim, mas, com base em outros relatos que ouço, não tenho certeza.

Por isso entendi Paes de Barros, que é economista-chefe do Instituto Ayrton Senna e professor do Insper, quando ele afirmou que a escola pode matar o aluno.

É uma morte simbólica, da confiança, que geralmente deixa marcas.

Ele acrescentou que, embora isso também ocorra em escolas de classe alta, os pais, nesses casos, estão mais bem equipados para ajudar seus filhos a reconstruir sua autoestima.

Concordo. Mas, mesmo nessas situações, quando a escola sugere que o aluno é incapaz —ainda que a palavra usada não seja essa e que a abordagem seja mais polida—, há consequências.

A filha de uma família conhecida trocou de escola há pouco tempo porque "não estava acompanhando o ritmo" do estabelecimento, considerado muito puxado e exigente.

A transição não tem sido fácil. Ora ela se sente bem, mais valorizada na escola nova, ora se sente inferior aos amigos antigos que não precisaram fazer a mesma transição.

Parece que ainda falta compreensão sobre o verdadeiro papel da educação, que não é o de fazer com que todos cheguem ao mesmo patamar, mas ajudar cada um a atingir seu próprio potencial, a acreditar que tem uma vocação e a perseguir seus sonhos.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Ubiquidade dos Espíritos


Cláudio Conti*







             Por ubiquidade entende-se a propriedade de se estar em todos os lugares ao mesmo tempo, cujo sinônimo seria "onipresença". A onipresença, por sua vez, conduz à onisciência, isto é, a capacidade de saber ou conhecer tudo. Como entender a ubiquidade com relação ao espírito? 

            A Doutrina Espírita nos esclarece, mais precisamente no livro A Gênese, que a onipresença é uma das propriedades da divindade, isto é, de Deus. Obviamente que necessitamos compreender que a nossa visão de Deus é extremamente limitada, portanto, muitos dos atributos com os quais tentamos compreendê-lo são, também, limitados. Todavia, é o que conseguimos alcançar com a atual capacidade mental.

Papa: corrupção, câncer que mata o homem e a sociedade



Cidade do Vaticano (RV) - Foi lançado nesta quinta-feira(15/06), o livro-entrevista do prefeito do dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Peter Turkson, e Vittorio V. Alberti, com o prefácio do Papa Francisco, intitulado “Corrosão”.

“A corrupção, na sua raiz etimológica, define uma dilaceração, uma ruptura, decomposição e desintegração. A corrupção revela uma conduta antissocial tão forte que dissolve as relações e os pilares sobre os quais se fundam uma sociedade: a coexistência entre as pessoas e a vocação a desenvolvê-la”, escreve o Papa.

Coração corrupto

Segundo o Pontífice, “a corrupção quebra tudo isso, substituindo o bem comum com o interesse pessoal que contamina toda perspectiva geral. Nasce de um coração corrupto. É a pior praga social, pois cria problemas graves e crimes que envolvem todas as pessoas”.

“A palavra corrupção recorda o coração fragmentado e manchado por algo, como um corpo arruinado que entra num processo de decomposição e exala mau cheiro”, sublinha Francisco.